Ying Yang.

Aqueles que a odeiam sem nem mesmo conhecê-la, sem nem mesmo conhecer o motivo ou razão por odiá-la, apenas a odeiam por amarem até mesmo sem querer, desejam estar ao seu lado, acordar e ouvir a sua voz, sentir o seu cheiro de baunilha pela manhã, um cheio que passa uma certa maciez,  suavidade,  que disperta um doce desejo de amar, de querer tê-la para sempre como um objeto raro, que você deve cuidar como se fosse sua própria vida, uma vida frajo e ao mesmo tempo perigosa, personheta, espinhosa, dramática, deliciosa, amarga e ao mesmo tempo doce como mel, o mel que desliza sobre a nossa língua deixando um gostinho de quero mais. Todos amamos como ela age, se porta diante de toda essa gente, o jeitinho como toma chá, como arruma e bagunça o cabelo, mostra toda aquela segurança quando vai pagar uma conta, ou quando finaliza um trabalho, admiram a sua atitude, audácia, plenitude, seu romance safado, seu jeito sexy de abaixar para pegar os papeis do chão, sua boca se movimentando para dizer um simples obrigado, e seu jeito debochado, caçoando da cara do perigo, ela caminha pelas ruas escuras, está sempre sendo vijiada, nas sombras é aonde ele sempre se esconde, mas ele não ousaria se apróximar mais do que 5 metros, pois o brilho dela desmancharia o seu desfarce. No fim das contas ela é a Terra, lua e o sol, e ele é quase uma representação do universo, pois é tão escuro e misterioso quando ele, parece não ter nada, ser um caminho todo de vácuo, mas no fundo sabemos que há muito mais para nos mostrar, algo que talvez esteja fora do nosso alcance no momento.

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